Review | Nioh (PS4)

Um dos melhores jogos essa geração?
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O Parada Geek já trouxe os 6 motivos para jogar Nioh.

Agora, com o jogo em mãos, finalmente trazemos o nosso review dessa aventura samurai!!

ACOMPANHE (OU NÃO) A HISTÓRIA  

Nioh possui uma bela narrativa. É claro que o foco ficou na jogabilidade em si então para os mais práticos dá pra simplesmente pular tudo e ir direto pra matança.

Somos apresentados à William Adams, inglês recém chegado a um Japão infestado por Yokai, demônios de outra dimensão alimentados pelos sentimentos negativos dos seres humanos.

William está atrás do espírito protetor que lhe foi roubado ainda em Londres.

NÃO TENHA MEDO DE PERDER O FÔLEGO

Nioh consegue ser um jogo desafiante ao mesmo tempo que não torna a experiência totalmente frustrante aponto de você querer arremessar o controle na parede.

A mecânica é bem complexa, entretanto, com os movimentos mais simples já é possível lidar com a maioria dos inimigos do jogo.

Os chefes de cada fase exigem sim coordenação do jogador que pode se frustrar com as diversas tentativas em dar cabo de demônios poderosíssimos e muitas vezes apelões.

SINTA-SE DENTRO DE CADA BATALHA

O que Nioh apresenta em dificuldade ele consegue devolver em imersão no jogo.

Vamos lá, você é um samurai habilidoso, tem um universo de armas e armaduras, espíritos protetores e magias, tudo à disposição, e qualquer demônio vagabundo pode mata-lo com poucos golpes.

Sua vida é preciosa! Você vai ter que aprender a esquivar e defender, dançar com o inimigo, e, mais importante, saber a hora certa de atacar e de fugir.

Para a maioria dos jogadores (eu me incluo nessa), aprende-se da pior maneira que você não é um Kratos da vida que pode esmagar os quadrados e triângulos do controle e matar 30 inimigos de uma só vez.

Um grupo de três inimigos vai significar em 90% das vezes que você vai morrer. Se encurralou em um beco sem saída? Você vai morrer. Ficou sem Ki e não pode se mover? Adivinha só?!

ENCONTRE PAZ NA GUERRA

Os combates são cruéis pois te fazem concentrar em simplesmente não morrer, tornando o foco inteiro do jogo (as lutas) em encontros que são sempre emocionantes e tensos.

O verdadeiro prazer vem depois que você começa a entender e dominar o jogo. A cada luta ganha-se Amrita, a (literalmente) pedra fundamental do jogo e a moeda de troca para melhorar suas habilidades e seu nível.

É preciso ter sangue frio para não perder o controle no jogo. O sistema do Ki te obriga a calcular precisamente seus golpes, defesas e esquivas, já que todo movimento na batalha o consome .

Mesmo subindo em muito o nível para ter um Ki alto, os limites dessa habilidade foram pensados justamente para forçar o jogador a lutar conforme manda o inimigo e seu próprio timing.

Com a disciplina do guerreiro emerge-se a calmaria de um monge. Pronto para fatiar seus inimigos.

E vocês, o que acharam deste jogo? Comente aqui embaixo.